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Também merece um espaço para si

Ser mãe única é um desafio que muitas vezes vem acompanhado de um sentimento pesado e persistente: a culpa.

Já sentiu culpa na maternidade?

Aquele peso que surge quando sente que podia ter feito mais, ou que falhou de alguma forma?

A culpa materna não é um sinal de falha pessoal. É, antes, o reflexo da distância entre o que a sociedade exige, as expectativas que impomos a nós mesmas e o que é humanamente possível.

E para quem cria os filhos sozinha, essa distância é ainda maior já que não existe a repartição de tarefas, nem descanso.

Muitas vezes, essa culpa funciona como um mecanismo de controlo inconsciente. Uma forma de tentar ser melhor, mesmo que isso desgaste a sua energia e autoestima. A autoexigência extrema não melhora a parentalidade, só a torna mais difícil.

Se se identifica com isto, saiba que não está sozinha.

No próximo ENTRE — Encontro Neurofuncional Terapêutico de Regulação Emocional para Mães Únicas, vamos refletir juntas sobre a culpa materna, partilhar experiências e encontrar formas práticas de aliviar este peso.

Este é um espaço íntimo, seguro e limitado a apenas 4 mães, para que cada uma possa ser ouvida e compreendida sem pressas ou julgamentos.

  • 14 de maio

  • às 21h30

  • Online

  • Vagas limitadas a 4 mães únicas

Inscreva-se já gratuitamente!

Pedimos que, ao inscrever-se, tenha em mente a importância da sua presença.

Cada ausência significa uma oportunidade perdida para outra mãe que também precisa deste espaço. O ENTRE não é apenas para desabafar, é para criar compreensão, identificação e apoio mútuo.

Se não puder participar nesta data, inscreva-se para as próximas sessões que acontecem todas as 2ª e 3ª quintas-feiras do mês.

Consulte os próximos encontros

Reserve já o seu lugar e cuide de si com quem entende o que está a viver.

Com cuidado e presença,
Movimento Mães Únicas

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